BIG BROTHER BRASIL 8
19.2.2008 - 23h22
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Fernando é o sexto eliminado da casa do
"BBB 8" O gerente de contas deixou o programa global com 62 % dos votos ! Fernando foi o sexto eliminado da casa do
"Big Brother Brasil 8", com 62% dos votos. O gerente de contas deixou o reality show global na noite desta terça-feira (19). O carioca disputou a permanência na casa com Natália e Thatiana, no quarto paredão triplo do programa. A brasiliense recebeu 25% dos votos do público e a gaúcha 13%. Antes de anunciar quem deixaria o confinamento, o apresentador Pedro Bial falou que Natália recebeu todos os conselhos e orientações de Fernando. Em seguida, pediu para que ela se despedisse dele. Enquanto o eliminado abraçava os demais participantes do reality show, Natália chorou desesperadamente.
"Vou te esperar lá fora. Quero que você se cuide", pediu o carioca. Ao sair da casa, Fernando foi direto abraçar seus familiares. Questionado por Bial se superou o desafio, ele respondeu:
"Meu jeito privado deve ter prejudicado e ter sido honesto também. Mas vamos seguir aqui fora". Discussão: Fernando protagonizou a briga mais séria do "BBB 8" com Marcelo no dia 3 de fevereiro. O mineiro chamou o carioca de
"principezinho rabugento". Após a votação que definiu o paredão triplo entre Fernando, Thalita e Bianca, o carioca tirou satisfações com o psiquiatra.
"O que foi que você disse quando votou em mim?", questionou. Marcelo afirmou não ter afinidade com ele. Marcos segurou Fernando com medo que o carioca perdesse a cabeça e agredisse Marcelo.
"Não vou bater nele, não quero sair do programa", declarou.
Relacionamento: O carioca também iniciou um namoro com Natália durante o programa. Os dois se beijaram na primeira festa do reality show global. O casal terminou e voltou diversas vezes.
Fonte: agência O DIA.
O FIM DE UMA ERA.
Fidel assume 'falta de condições físicas' e renuncia em Cuba
Renúncia lança dúvidas sobre futuro do regime que escolhe sucessor de Fidel neste mês.
O líder cubano Fidel Castro anunciou nesta terça-feira que não voltará a governar o país, lançando dúvidas sobre o futuro do regime que se prepara para escolher um sucessor dentro de apenas uma semana.
Em uma mensagem publicada pelo jornal oficial do Partido Comunista Cubano,
o Granma, Fidel disse que não aceitará o cargo de Presidente do Conselho de Estado, para o qual vinha sendo eleito e ratificado desde 1976.
"Trairia minha consciência ocupar uma responsabilidade que requer mobilidade e entrega total que não estou em condições físicas de oferecer. Digo-o sem dramatismo", escreveu Fidel, afastado do cargo há um ano e meio para tratamento de saúde.
"A meus queridos compatriotas, que me deram a imensa honra de me eleger recentemente como membro do Parlamento, em cujo seio devem ser adotados acordos importantes para nossa Revolução, comunico que não aspirarei e nem aceitarei - repito - não aspirarei e nem aceitarei o cargo de Presidente do Conselho de Estado e Comandante-chefe."
"Não me despeço de vocês, desejo apenas combater como soldado das idéias".
Fidel disse que continuará escrevendo no Granma, mas sua coluna "Reflexões do comandante-chefe" passará a se chamar "Reflexões do companheiro Fidel".
A nova Assembléia Nacional foi eleita no final de janeiro, e deve escolher no próximo dia 24 o novo Conselho de Estado e o Presidente do país.
Estado de saúde:Fidel, 81, foi o líder do movimento que derrubou o líder pró-Estados Unidos Fulgêncio Batista em 1º de janeiro de 1959.
Ele comandou o regime cubano como primeiro-ministro por 18 anos, passando à Presidência do país por escolha da Assembléia, eleita após a aprovação da Constituição Socialista de 1976.
Desde agosto de 2006, o líder cubano estava afastado em virtude de uma operação. Ele delegou suas funções ao irmão, Raul, que comanda o regime desde então.
"Sempre dispus das prerrogativas necessárias para levar adiante a obra revolucionária com o apoio da imensa maioria do povo", escreveu Fidel, na edição desta terça-feira do Granma.
Ele acrescentou que, ao longo deste ano e meio, tentou admitir mas ao mesmo tempo evitar os boatos a respeito de seu "estado precário de saúde".
"Preocupou-me sempre, ao falar de minha saúde, evitar ilusões de que no caso de um desenlace adverso, trouxessem notícias traumáticas a nosso povo no meio da batalha."
"Prepará-lo para minha ausência, psicológica e politicamente, era minha primeira obrigação depois de tantos anos de luta. Nunca deixei de assinalar que se tratava de uma recuperação 'não isenta de riscos'".
Fonte: BBC Brasil